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Interview with Paul & Pål - now in Portuguese!
À propósito Paul, você tem um cadeado para a lata de lixo? (Aftenposten 08.11.2002)
Perante a mídia, o encabulado chefe do grupo a-ha, Paul Waaktaar Savoy tornou-se personagem de romance. E o escritor Pål H Christiansen o trouxe para Noruega para falar sobre o trauma.
Um espertinho êste Pål H. Christiansen. Filho de burguês, abortou o estudo de Direito mas não o estudo para escritor em Bø, com cinco romances nas costas, É posssivel acreditar que Erland Loe o leu com algum proveito, para seu descargo de consciência. O primeiro livro saiu em 1989. Talvez o mais audacioso saia esta semana.
Ele se encontra na duvidosa atmosfera familiar do bar Jeppes, em Vinderen. Ele não está desacompanhado. Ninguem mais do que Paul Waaktaar Savoy senta-se ao seu lado em Oslo, para dar apoio moral e verbal no lancamento de "Sonhos de Grandeza", o livro do ano de Christiansen. Com uma discreta infâmia sôbre Hobo Highbrow, aliás idêntica com o personagem principal no debut "Harry não estava no seu juizo perfeito" em 1989, um levemente irritante e pedante corretor de textos, como se uma nascente crise dos 40 anos pudesse mais ou menos evitar que ele atingisse a meta atravÉs de uma inspiradora admiracão pela único e verdadeiro internacional pop-artista que a Noruega já teve: A-Ha. É claro, o grande gênio e artista de alma: o guitarrista Paulo Waaktaar Savoy.
- A editora ligou-me há 2 meses atrás, pedindo permissão para usar
minha cara na capa, disse o autor das melodias.
- Levei um choque quando fiquei sabendo que figurava em um romance, sim, eu que sempre
levei vantagem ao deixar de ler as reportagens sobre minha própria pessoa.
Minha mulher Lauren, havia lido o manuscrito. Ela "achou que estava bom"
no que se referia a nós, então cedi e li o romance.
Verdadeiro Amor
Ele não tinha nada a temer, que o amor de Highbrows - e o amor do escritor Christiansen - ao trio que trocou o bairro de Manglerud por Londres e mais tarde pelo mundo É genuino: Só depois de um tempo pensei que, na realidade, eu havia usado, por exemplo, o nome verdadeiro do filho de Paul e Lauren no romance. Mas acho que É compreensível. Eles são personagens secundários numa estória fictícia, sobre uma outra pessoa eu não desmascaro nada sobre eles. Isto para você saber.
O herói Hobo Highbrow- escritor com as ambicões em ordem, mas com problemas com a frequência das edicões e com um talento de dimensões não bem definidas tem nada mais do que uma recente relacão à música do A-Ha, com sua não norueguesa "sonho de grandeza", e que tem sido desde que "Take On Me" atingiu o topo nas listas americanas de músicas mais ouvidas em 1980. Quando êle, num crítico momento da vida crianca no ventre, repentinamente desempregado- vê Paul, Lauren e o filho vagueando felizes numa das ruas da capital Oslo, o interesse aumenta, levando a uma certa obsessão. Christiansen:
-Primeiramente Hobo se tem com um mal entendido artista, "grande demais" para a pequena Noruega. Visto desta maneira ele tem o senso do grande nível de ambicão que A-Ha demonstrou nos anos de 1980. Por outro lado, Hobo esta num estágio onde realizar o sonho escrever mais um romance É terivelmente importante, terrívelmente precário. É agora ou nunca! Ele receia tornar-se pai porque acredita que crianca É atrapalho na genialidade. Que o grande sonho iria morrer. Quando ele vê o casal de artistas Paul e Lauren, aparentemente sem problemas, combinando a criatividade com o ter família, dá uma grande inspiracão para ele.
Mitos errados
- É um triste mito este de que voce não pode combinar carreira e
família, completa Paul.
- Acho legal ser usado nesta conexão, bem onde êste clischê É discutido.
A melhor música de a-ha "Take On Me" É objeto para 2 distintas interpretacões no livro.
-Claro que foi divertido arrojar-se, diz Christiansen, como que em igualdade com o resto
do mundo, provavelmente sempre admirando-se sobre o que Waaktaar Savoy quer dizer com o
gramaticalmente difuso título. Será que Waaktaar Savoy lembra?
-Ah, esta música passou por muitas modificacões. Mas foi no sentido "se
provar", e não "se pegar". "Tente comigo"
Explica o autor de melodias famosas, daqui a alguns dias a caminho de volta ao apartamento em Nova Iorque. Là êle É vizinho do chefe do ex -Smashing Pumpkins, Billy Corgan. (êle faz um barulho incrível)
Christiansen e nós outros vamos nos manter em casa na pequena Oslo, com a cabeca nos ceus e os pÉs na terra.
-A gente nunca deve abandoner os grande sonhos, conclui o escritor.
- Êles são importantes, claro.
Morten Ståle Nilsen (30.12.03)